SÃO PAULO – O rumo para alcançar a fortuna pode ter inúmeras vias diferentes e não há uma fórmula exata pra adquirir a liberdade financeira. A avaliação pertence ao ricaço Mark Cuban. Embora não exista uma carreira ou investimento específico que garanta fortuna, o investidor integrante do programa Shark Tank acredita que uma característica definitivamente irá ajudá-lo a aparecer lá: disciplina.
Mas você deve ter obediência de economizar o dinheiro. Você pode economizar um milhão? Pode, todavia você realmente precisa ser disciplinado e não poderá ter temor de assumir riscos. 3,sete bilhões, de acordo com Bloomberg. O conselho do multimilionário ressalta que não existe uma fórmula mágica que conduzirá você a um patrimônio de seis dígitos. Na realidade, mesmo que Cuban tenha contado com um tanto de sorte, trata-se de viver dentro do teu orçamento, economizar o máximo de dinheiro possível e assumir alguns riscos – por mais que isso exija alguns sacrifícios.
Nascida em uma família tradicional paulistana, os Ferraz do Amaral, Alice é a mentora e fundadora do Fhits, um projeto disruptivo, considerado pela publicação Fast Company a oitava organização mais inovadora em 2012, 2 anos depois de seu lançamento. Até desta forma, Alice era proprietária de uma agência de comunicação e RP de sucesso voltada para o universo da moda, que produzia campanhas, desfiles e branding.
Até no momento em que o retorno financeiro de seus negócios deixou de ser o mesmo. Era hora de se misturar. Os web sites eram ainda algo incipiente no momento em que Alice passou a assistir para eles como negócio. “Me perguntavam: o que você está fazendo? “, conta ela, sentada à mesa de vidro de sua ampla sala. “Antes era brand to consumer: a marca falava e o cliente ouvia. Não tinha interação. Mas vi que aquilo não estava mais dando correto.
Comecei a ler sites e a perceber como se comunicavam: em primeira pessoa, contando experiências. Juntei 4 blogueiras para visualizar o que dava. Aquilo não era só um projeto. Era uma maneira de se notificar. Para Alice, não havia um modelo de negócios em que pudesse se inspirar. “Sempre vi as redes sociais como mídia. A Fhits comercializa, faz o marketing, o branding, a divisão jurídica e a estratégica. “A influenciadora vai pra uma semana de moda? Organizamos tudo pra ela poder se concentrar no negócio principal, que é fornecer assunto online, com linguagem de mídias sociais”, conta. Ela transformou a Ferraz, tua antiga agência, numa consultoria de estratégia digital.
E fechou parceria com um investidor sueco. “Aqui temos a amargura com o editorial, com o assunto. Prezo pela excelência dos influenciadores. E não é só consumo. A agência chegou a ter 150 compradores até Alice resolver fazer a mudança. A história da fundadora e CEO da Rede Mulher Empreendedora (RME) assemelha-se à de vários nordestinos que fugiram da estiagem pro Sudeste em busca de uma existência melhor.
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Ana Fontes nasceu em Igreja Nova, no sertão alagoano, a oitava de 10 irmãos, filha de um pescador e uma dona de moradia. Devido à seca e às complicados condições em que viviam, Ana perdeu 2 irmãozinhos com doenças comuns: diarreia e tosse comprida. Os pais, assim sendo, escolheram deixar Alagoas rumo a Diadema, localidade do Grande ABC (SP), com os 8 filhos restantes. O pai passou a trabalhar como torneiro mecânico.
Os filhos foram pra labuta muito cedo – inclusive Ana, que aos 10 anos prontamente limpava a residência de uma vizinha e ajudava a tomar conta das gurias do bairro. Vivendo numa minúscula moradia, a mãe incentivava os filhos a aprender. Na adolescência, Ana lia de tudo (“até fotonovela”), e sonhava fazer faculdade. Ingressou em publicidade e lutou para custear os estudos.
“Eu juntava dois salários mensais da fábrica em que trabalhava para pagar uma mensalidade. Eles colocavam uma listagem pública dos devedores. Nunca vou esquecer”, diz. E ainda vendia doces para pagar a condução. Mas Ana sempre demonstrou explicação. Para ser promovida na multinacional, exigiram dela inglês e MBA. “Eu tinha estudado em universidade pública e não falava nenhuma língua estrangeira.” Por 2 anos juntou dinheiro e conseguiu fazer uma pós-graduação em marketing pela ESPM. Faltava o inglês. Ao conhecer um dos diretores da Volks, tentou – sem sucesso – que a organização pagasse um momento fora do povo. A solução seria novamente poupar dinheiro.
Após um ano e meio, desembarcou em Londres para um ciclo de três meses pela filial da empresa. E de cargo em cargo alcançou a gerência de marketing. Durante 4 anos, foi a única executiva na sua área na companhia. Em 2007, no momento em que a filha Daniela fez 5 anos, pediu para sair.