“O primeiro semestre foi ótimo. Todas as empresas ficaram com seus indicadores em um patamar confortável. No segundo semestre, começou a comoção da instabilidade que, eu acredito, é até muito mais dramático que a própria crise”, avaliou. Segundo o vice-presidente da Assespro Nacional, no segundo semestre de 2015, os indicadores das organizações brasileiras de tecnologia da detalhes e comunicação passaram por um estágio de superior observação. “O episódio é que a emoção de incerteza atrapalhou alguns negócios de algumas empresas”. A incerteza em si afetou de modo mais direta as companhias que trabalham com o setor público.
“Tem estados que estão sem pagar seus fornecedores há alguns meses”. Xavier observou, no entanto, que a recessão expõe, por outro lado, um porte bom. Como a tecnologia é transversal aos incalculáveis setores da economia, crises a toda a hora acabam trazendo oportunidades. “Crise precisa de mais controle, de racionalizar custos, precisa aumentar a produtividade e isso só se torna exponencial com o exercício de tecnologias”. Para Xavier, o lado desagradável disso é que o estágio de vendas se intensifica e a dificuldade pra se vender é muito maior.
Além do setor de compras públicas, o vice-presidente da Assespro Nacional falou a construção civil e petróleo e gás entre os setores mais prejudicados pela decadência na área de tecnologia da dado e intercomunicação. Para Xavier, a tecnologia da dica e intercomunicação é indutora do crescimento econômico. “Essa é uma indicação de caráter global”, destacou.
Isso significa que para qualquer estado crescer, ele tem que utilizar tecnologias modernas e inovadoras. Mencionou que a desoneração da folha, tais como, tornou o Brasil menos competitivo que seus vizinhos no continente. “Isso influencia a cadeia produtiva toda e leva um tempo para a gente se estabilizar”. Pro presidente da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação Regional Rio de Janeiro (Assespro-RJ), Márcio Lacs, o ano de 2015 foi um ano “de reflexão” pro setor de tecnologia da fato e comunicação.
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Apesar do cenário de dificuldades e indefinições políticas e econômicas no nação, Lacs destacou que o Rio de Janeiro retrata vetores respeitáveis como a Olimpíada, que ocorrerá na capital fluminense em 2016, e o setor de petróleo e gás. “Foi um ano bem movimentado. Por um lado, várias coisas andaram, outras não andaram em tal grau.
Mas a toda a hora, para a informática, no momento em que algumas coisas não andam, não ou seja que não seja ótimo pras empresas”. Lacs observou que a otimização depende a todo o momento da tecnologia. Ele diz que os contratos são revistos, mas a oportunidade de inovação se faz mais presente ainda para otimizar e melhorar.