Quer ter madeixas longas ou continuar mantendo os seus cabelos compridos por bastante tempo? Confira as sugestões do Portal Viva Linda, de O Boticário. 1. Hidrate os cabelos, ao menos, uma vez por semana. Invista em máscaras de hidratação rápidas, que são capazes de ser aplicadas ao longo do banho. Se os fios estiverem muito ressecados, vale a pena investir em hidratação duas vezes por semana.
2. Se seus cabelos são lisos ou ondulados, prefira pentear antes do banho. Os fios molhados ficam muito sensíveis, o que facilita a quebra na hora de pentear. Se seus cabelos são cacheados, penteie durante o banho (depois de aplicar o condicionador) pra descomplicar o desembarace. Dê preferência pra pentes largos ou escovas com cerdas macias. E tenha em mente: penteie ou escove seus cabelos com atenção e delicadeza para evitar danificar os fios.
3. Escolha aquele item que foi pensado e feito principlamente para o teu tipo de cabelo. Se ele é seco, ondulado e quimicamente tratado, por exemplo, utilize produtos pra todas essas especificidades, alternando produtos a cada lavagem, se for preciso. É essencial ter muito cuidado ao lavar o comprimento e as pontas. Massageie o couro cabeludo e deixe que o produto escorra pelos fios. Esfregá-los podes danificar o cabelo, e também ser supérfluo.
4. A chapinha e o secador são os responsáveis por vasto parcela dos danos aos fios longos. Uma escolha aos modeladores são as texturizações, que garantem um cabelo lindo e rico em personalidade sem chapinha, secador ou babyliss. Se você não abre mão da chapinha, aplique o protetor térmico antes de submeter os cabelos às altas temperaturas.
E também deixar os seus fios livre de danos, ele reduz o frizz e prolonga a hidratação. 5. Não deixe de passar aquele finalizador respectivo pro teu tipo de cabelo e com a maneira que você quer que ele fique. Se os fios são muito longos, fica custoso assegurar que todos os seus fiozinhos irão receber aquele finalizador ou aquela máscara de tratamento.
Desse jeito, a todo o momento que possível, divida seus cabelos em inúmeras partes e aplique os produtos mecha por mecha. Assim, todo o seu cabelão vai ficar do jeitinho que você quer. 6. Se as suas pontas estiverem ressecadas e sem oportunidade de recuperação, invista em forma de fazer os seus fios crescerem muito rapidamente. Procure um cabeleireiro e apare as pontas ressecadas.
Havia uma certa euforia. Mas era um recinto um tanto patrulhado. A poesia, argumentavam vários e isso se estendia à Usp e outros centros universitários, devia ser dirigida (assunto aliás assunto nada anacrônico no Brasil de hoje), aprensentar os espaços de cultura militante dos exilados, torturados, possuir uma conotação prioritariamente social.
3.O que a medicina precisa de poético? Grosso jeito, nada. Contudo ao check-up ligado persiste, para além das cintilações passageiras, um viés poético pela arte médica. A poesia permite ceder sentido às vicissitudes e alegrias dos sujeitos durante um tratamento. Minha opção original, após cursar e abandonar a filosofia, era pela psiquiatria.
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No meio do caminho, gratíssima surpresa, encontrei a homeopatia (que a princípio rejeitara sem conhece-la), arte médica que tinha como leit motiv devolver ao sujeito teu papel no acompanhamento médico. Apesar da tecno-ciência e seus adeptos incondicionais ainda não terem compreendido adequadamente a medicina não é uma ciência. É, segundo epistemólogos e historiadores da ciência como George Canguilhem e Karl Rotschuld “arte operativa”. A arte médica é ofício semi-artesanal, no qual o médico aplica uma ou várias técnicas científicas (como, a título de exemplo, a anatomia, a biologia, a farmacologia).
Claro que a potência da proporção poética da medicina foi obnubilada na adesão quase acrítica à fé tecnológica. Mesmo desse modo há uma espaçoso tradição humanista que em meio aos avanços da tecnociência, heroicamente sobrevive pela medicina. Trata-se da herança da antiga instituição médica grega de Cós que colocava observação da natureza (a physis) e o saber antropológico como dimensões respeitáveis da terapêutica.